Estou sentada no chão da sala com o pc no colo a espera que não aconteça nada enquanto acontece tudo.
Espreito pela janela, vejo fumo e vejo a minha amiga Lua (um pouco "nublada") a surgir por entre os ramos das árvores; o cheiro não é o daquelas noites de Verão do ano passado que, tão bem, eu guardei na minha memória; cheira a madeira queimada, eucalipto para ser mais exacta.
Nestes dias, não se ouve outra coisa na abertura das notícias televisivas além de "Incêndio em tal local queima X dezenas/centenas de hectares", "Bombeiros combatem as chamas à mais de Y horas"...
Há coisas que não se compreendem, ou melhor, que eu não compreendo, e esta coisa dos pirómanos/incendiários ou o que lhes quiserem chamar é uma delas. Qual o prazer de ver uma das coisas que nos permite viver a desaparecer em frente aos nossos olhos?
(escrito a 27/07/2010)
Tudo o que aqui poderão ler tem raízes no que sou e no que fui, no que faço e no que fiz, no que amo... E no que amei. É tudo o que, de forma mais ou menos fervente, me corre pelas veias. É Alma. É Sangue.
terça-feira, 27 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
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